O ano de 2020 trouxe grandes desafios para a economia e toda sociedade brasileira. A economia, diversos setores, sentiram o impacto para encerramento a COVID-19.

De acordo com o relatório do desempenho financeiro na massagem da Administração aos acionistas, a Cielo iniciou o ano com boas perspectivas, pois havia revertido no ano anterior a tendência de queda de sua base ativa de clientes e conforme nossa análise em 2019 a EMPRESA teve uma rentabilidade do acionista (ROE) de 11,88% e um EBITDA de $ 3,01 bi com um índice de cobertura de juros de $ 4,07 resultando num PRICE TO EARNING GROWTH de 4,83 e o valor das ações em alta atingindo R$ 8,37.

Ao longo do ano de 2020 a Cielo, como outros setores, sentiu os efeitos da Pandemia e sua administração tomou medidas acelerando iniciativas internas com o objetivo de assegurar a continuidade do negócio em proteger o Patrimônio da Companhia e otimizar a gestação de caixa.

Do ponto de vista mercadológico a Cielo avançou no desenvolvimento das vendas próprias e do ponto de vista financeiro, mesmo com um resultado líquido negativo de $ 28 milhões antes do efeito dos impostos o Caixa líquido das atividades operacionais foi positivo em $ 2.18 bilhões, suportando os investimentos no Imobilizado de $ 745 milhões e amortização no caixa dos financiamentos no valor de $ 1,14 bilhões e finalizando com um incremento no caixa, em plena pandemia, no VALOR de $ 294 milhões.

Parabéns a Diretoria da Diretoria da Cielo, que soube administrar a queda do faturamento de e LUCRO em relação ao ano de 2019 com uma rápida reposta de GESTÃO no seu CAPITAL DE GIRO.

Isto é ANÁLISE FUNDAMENTALISTA.

Prof. Alexandre Wander

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