No 3T20, o EBITDA ajustado cresceu 33,8% em relação ao 2T20, atingindo R$ 33,4 bilhões. Esse resultado deveu-se principalmente ao aumento dos preços do Brent e do volume de vendas, parcialmente compensado por menores crack spreads nos derivados de petróleo, principalmente diesel, óleo combustível, GLP e gasolina, em função do elevado nível de estoques globais.

Também contribuíram para esse resultado menores despesas com paradas, menores provisões para planos de desligamento voluntário e menores despesas com hedge. Por outro lado, houve maiores despesas exploratórias principalmente em função da baixa do bloco de Peroba e maiores impostos devido à aprovação da adesão aos programas de anistia fiscal.

O EBITDA ajustado do 3T20 teria sido ainda melhor em relação ao 2T20 excluindo os efeitos positivos do 2T20 relacionados à: (i) exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS e (ii) equalização referente ao acordo de individualização da área de Tupi e Campos de Sépia e Atapu (vide explicação do EBITDA ajustado recorrente e itens especiais nas páginas abaixo).

Valeu Petrobrás, agora sim: longe da corrupção e bons resultados. Aguarde, em breve estaremos divulgando nossa análise fundamentalista.

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Prof. Alexandre Wander

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