O risco esta associado ao perfil do Investidor e o desejo de assumir riscos, considerando como apetite por riscos, que movimenta grande parte da economia e desenvolvimento do conhecimento, fazendo o ser humano a desenvolver-se.

E podemos entender que a avaliação do risco é a identificação do “perfil” do Investidor quanto a busca pela realização dos objetivos. A partir desta avaliação do perfil passamos a entender como os riscos devem ser controlados.

Assim, o grau de aversão do risco depende do perfil do Investidor em relação ao seu momento de VIDA.

O investidor por ter um perfil mais agressivo e outro um perfil mais conservador a suportar as variações em seu PATRIMÔNIO.

Se o investidor for JOVEM e já construiu um ganho salário almejado, normalmente passa a ter um perfil mais agressivo; mas se o investidor estiver desempregado ou na fase da aposentadoria a tendência é que ele procure investimentos de menor risco, mesmo que já tenha uma certa experiência no MERCADO. Embora, sempre temos os comportamentos que fogem a regra.

E você? Já avaliou o teu momento e grau de aversão ao risco?

Em relação as EMPRESAS, normalmente já nascem em momentos de incertezas e cabe aos administradores determinar até que ponto deve aceitar essa incerteza, afim de mitiga-las.

Se você parar para pensar que a terra gira a uma velocidade de 1.656 km/h e para fins de comparação um Boeing voa a 958 km/h em velocidade de cruzeiro. Olha só o tamanho do risco!!!!!

Prof. Alexandre Wander.

Gecompany o canal amigo do EMPRESÁRIO e do JOVEM UNIVERSITÁRIO.

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