A CVC Brasil Operadora e Agência de Viagens S.A., a maior operadora de turismo da América Latina em conjunto com suas subsidiárias, presta serviços de turismo no Brasil e internacionalmente. A empresa fornece  intermediação, passagens aéreas, transporte terrestre, reservas de hotéis, cruzeiros, cultura e intercâmbio profissional e outros serviços turísticos. Também oferece viagens corporativas e de lazer e serviços de intercâmbio cultural e profissional. A empresa oferece seus serviços de turismo diretamente aos clientes através de provedores de serviços independentes. Em 30 de junho de 2018, operava 1.216 agências de viagens exclusivas da CVC e aproximadamente 53 lojas franqueadas da CVC.


Comentários da empresa sobre Saúde Financeira:

A Companhia tem implementado com sucesso as ações de redução de custos, buscas de eficiência operacional e de proteção de caixa. Vale ressaltar, ainda, que a maior parcela do endividamento da Companhia tem vencimento a médio e longo prazo. De um endividamento total na ordem de R$2,0 bilhão, temos R$600 milhões vencendo em novembro de 2020 e a Companhia está avaliando alternativas de captação e/ou rolagem com os investidores / credores. O saldo de caixa e equivalentes de caixa em 22 de
setembro de 2020 era de aproximadamente R$1.526 milhões (um bilhão, quinhentos e vinte e seis milhões de reais) (informações não auditadas). A Companhia manterá o mercado informado a respeito de outras medidas eventualmente adotadas para preservar sua posição de caixa.

Reiteramos o compromisso com nossos clientes, colaboradores, parceiros, acionistas e o mercado em geral, e reconhecemos o papel de liderança no setor de turismo e viagens no Brasil, e que, portanto, terá um papel importante na retomada do setor, após assegurados a saúde e bem-estar de todos.

Acreditamos que a retomada do turismo no Brasil e na América Latina ganhará força nos próximos trimestres e estamos prontos para liderar o segmento com inovações em pacotes, formas de pagamento, vendas onmichannel, e foco no relacionamento e proximidade de nossos clientes.


Conclusão da Primeira Etapa da Capitalização

Concluímos com sucesso a primeira etapa de nossa capitalização em 16 de agosto, com a subscrição de R$ 301,7 milhões, considerando o rateio das sobras tivemos a integralização de 100% do total proposto.

Foram também atribuídos aos subscritores das novas ações 23.500.000 bônus de subscrição, na proporção de 1 (um) bônus de subscrição para cada 1 (uma) ação subscrita.

Cada Bônus de Subscrição confere ao seu titular o direito de subscrever 1,33 ação ao preço de R$ 12,84 por cada nova ação subscrita, o mesmo valor de emissão das Ações no Aumento de Capital.

Na hipótese de exercício da totalidade dos bônus de subscrição até o seu vencimento, a Companhia poderá ter um aumento de capital adicional de até R$401,3 milhões, podendo a capitalização atingir o total máximo de R$703.0 milhões ao final deste período.

Os Bônus de Subscrição são negociados na B3 sob o código de negociação “CVCB11” desde o dia 22 de setembro de 2020, inclusive, e serão exercíveis uma vez por mês no período entre 1º de dezembro de 2020 e 29 de janeiro de 2021.


BAIXAS NO RESULTADO: COMENTÁRIOS DA EMPRESA:

Impacto na Receita – Covid-19: despesas associadas a repatriação de passageiros e perdas de créditos por volume com companhias aéreas no montante de R$10,0 milhões.

PDD Covid-19: Provisão de R$64,7 milhões feita de maneira prospectiva considerando efeito estimado até dezembro 2020. A companhia considera que o fato de alguns clientes buscarem cancelamento ou revisão dos seus planos de viagem, além de uma situação econômica mais desafiadora por conta da pandemia, deve resultar em um aumento na inadimplência sobre a carteira própria de financiamento.

Impairment: Provisão de R$637,5 milhões referentes a ativos intangíveis oriundos do processo de aquisição de empresas, principalmente aquelas localizadas na Argentina em razão da redução significativa nas operações da Companhia ao longo de 2020 e as perspectivas relacionadas à retomada das atividades do setor de viagens e turismo que indicam impossibilidade de recuperação de certos ativos.

Reversão de impostos diferidos ativos: Provisão para perda de créditos fiscais diferidos no 1T20 relativos a prejuízos fiscais acumulados e diferenças temporárias que, no atual cenário, dificilmente serão utilizados em um período razoável (embora possam ainda ser utilizados no futuro) no valor de R$ 302,7 milhões. Esta provisão poderá ser revertida a qualquer momento, em função da conclusão do processo de aumento de capital e de que sejam assegurados novos financiamentos para fazer frente aos R$ 600.000 de vencimentos
de debentures previstos para novembro 2020.


Abaixo relatórios da empresa:

Resultados do 1T20 – Release

Informações Financeiras Intermediárias 1T20

Apresentação de Divulgação de Resultados 1T20

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